Aloe gel 30 g HERBARIUM

Composição: Cada grama contém 3 mg do extrato de Aloe gel, correspondendo a 0,18-0,36 mg de polissacarídeos. 30 g.
Categoria: Medicamento.
Registro no MS: 1.1860.0050.
Farm. resp.: Anny M. Trentini CRF PR-4081.
Modo de usar: Aplicar o produto após a higiene da área lesionada, sempre que necessário.
Contra-indicações: Gravidez, lactação e hipersensibilidade conhecida às plantas da família Liliaceae.
ALOE GEL é constituído pelo extrato de folhas de Aloe vera (L.) Burm. f., padronizado em polissacarídeos.
Estudos sugerem que a manose-6-fosfato, o principal polissacarídeo presente na aloe vera gel, seja o responsável pela propriedade cicatrizante. A cicatrização ocorre pela estimulação direta da atividade dos macrófagos e fibroblastos. A ativação dos fibroblastos aumenta tanto a síntese do colágeno como a de proteoglicanas, promovendo assim a reparação dos tecidos. O mecanismo de ação baseia-se na inibição dos produtos derivados do metabolismo do ácido araquidônico, tais como tromboxano B, limitando por sua vez a produção de prostaglandina F 2á, prevenindo-se a isquemia dérmica progressiva, especialmente em casos de queimaduras, ulcerações causadas pelo frio, machucados por acidentes elétricos e uso intra-arterial abusivo de drogas.
Indicada para tratamento de queimaduras do sol, queimaduras de 1.o e 2.o graus, ulcerações causadas pelo frio, pequenas irritações e escoriações na pele.
Advertências: Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda se descontinuar o uso e consultar o médico. Uso externo. Evitar o contato com mucosas e área dos olhos. Caso isto ocorra, lavar com água em abundância. De acordo com a categoria de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas, este fitoterápico apresenta categoria de risco C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso adulto: não existem recomendações específicas para o uso de ALOE GEL em pacientes idosos e outros grupos de risco.
Interações medicamentosas: Ainda não foram relatados casos de interações medicamentosas para o uso deste fitoterápico em preparações tópicas.
Reações adversas: Foram relatados alguns casos de dermatite de contato e sensações de queimação durante a aplicação tópica. Reações alérgicas agudas e urticária foram relatadas em pessoas hipersensíveis às plantas da família Liliaceae.
Superdosagem: Em caso de superdosagem, recomenda-se suspender o uso e procurar orientação médica.
Cuidados de conservação depois de aberto: Manter o medicamento em sua embalagem original, protegendo-o da luz, do calor e da umidade.
Armazenagem: Manter em temperatura ambiente (15 a 30ºC). Proteger da luz, do calor e da umidade.
LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES E EM CASO DE QUALQUER DÚVIDA CONSULTE O SEU MÉDICO OU FARMACÊUTICO. PERSISTINDO OS SINTOMAS, CONSULTE O SEU MÉDICO.
Segundo o www.plantamed.com.br:
Saiba mais sobre a Aloe vera.
Nome científico: Aloe vera L. ex Webb.
Família: Liliaceae.
Outros nomes populares: aloé vulgaris, aloé barbadensis, caraguatá, erva babosa, aloé perfoliata, babosa-de-botica, babosa-folha-miúda, babosa-de-jardim, caraguatá-de-jardim. Aloes (latim), aloe (inglês, italiano), áloe (espanhol), aloés (francês).
Constituintes químicos: polissacarídeo (glucose); prostaglandinas (ácidos gordos cíclicos e oxigenados); outros ácidos gordos (gama-linoleíco); prostaglandinas; enzimas (amilase); antraquinonas (aloína); aminoácidos essenciais (lisina, isoleucina, fenilanina, valina, leucina, mettionina, triptofano e teonina); aminoácidos não essenciais (acido aspártico, ácido glutâmico, alanna, prolina, histidina, serina, glicina, arginina, tirosina); vitaminas (vitaminas A, B1, B5, B6, B12, C, E); sais minerais (cálcio, fósforo, cobre, ferro, magnésio, manganês, potássio, sódio, titânio, zinco, iodo, enxofre, níquel, boro). Barbalodina; aloquinodina; emodina; aloetina; ácido pícrico; resinas.
Propriedades medicinais: adstringente, anestésica, anticancerígena, anti-hemorrágica, antiinflamatório, antioftálmica, antí-prurítico, anti-séptica, antitóxico, bactericida, cicatrizante, colerética, dilatadora capilar, emoliente, estimulante granulatório, fungicida, hidratante, limpador natural, proteolítico, virucida, vulnerária.
Indicações: acne, alopecia, aids, anemia, arteriosclerose, artrite, colite, constipação, cancro (de pele, digestivo e do cólon), dermatite, disenteria, doenças dos olhos, dor de cabeça, dor muscular, erupção cutânea, esclerose múltipla, estimulante do crescimento, ferimentos externos, gripe, hipertensão, hidratar a pele, infecção de pele, inflamação em geral, inflamação intestinal, insônia, pé de atleta, problema digestivo, queda de cabelo, queimaduras do sol e do fogo, reumatismo, rins,
seborréia, tuberculose, úlceras pépticas e estomacais.
Parte utilizada: seiva das folhas.
Contra-indicações: uso interno para crianças, mulheres grávidas, que amamentam, no período da menstruação (provoca congestionamento dos órgãos pélvicos), com inflamações uterinas e ovarianas, predisposição ao aborto, também para aqueles que sofrem de hemorróidas, fissuras anais, cálculos da bexiga, varizes, afecções renais, enterocolites, apendicites, prostatites, cistites, disenterias, nas
nefrites. Ter cautela no uso interno, pois em doses acima do normal podem provocar nefrites. O uso externo deve ser preferido. O uso externo da polpa ocasionalmente pode ressecar excessivamente a pele, neste caso é também contra-indicada para tratamento de doenças cutâneas.
Efeitos colaterais:
- Ocasionalmente dores abdominais, fortes diarréias (que os defensores do uso afirmam ser o “efeito limpeza”) e, em doses elevadas, pode causar inflamação nos rins.
- O uso interno prolongado provoca hipocalemia, diminui a sensibilidade do intestino, necessitando aumento gradativo da dose, ocasionando o surgimento de hemorróidas. Pode causar irritação dérmica e ocular, além de intoxicação aguda, podendo levar à morte. 8g do pó pode até levar a morte.
- Em doses elevadas podem ocorrer desmaios, hipotensão, hipotermia e nefrite.