Ginkgo Biloba HERBARIUM

Composição: cada cápsula contém 20 mg de extrato seco de folhas, padronizado, de Ginkgo Biloba L. - 200 cápsulas.
Categoria: Medicamento.
Registro no MS: 1.1860.0082.
Farm. resp.: Anny M. Trentini CRF PR-4081
Posologia: ingerir 2 cápsulas, três vezes ao dia.
Segundo o www.plantamed.com.br:
O GINKGO HERBARIUM é um fitoterápico formulado à base de extrato padronizado de Ginkgo biloba (4,8 mg de ginkgoflavonóides e 1,2 mg de terpenolactonas), e contém substâncias ativas capazes de melhorar a insuficiência vascular cerebral e periférica, sendo indicado para o tratamento de distúrbios de memória e concentração, vertigens e labirintite, dor de cabeça, dificuldade de atenção e concentração, perda de memória, dor e sensação de frio nos pés e mãos, zumbidos de origem vascular, insuficiência vascular periférica. Protege as células, combatendo os radicais livres que são causadores de várias doenças degenerativas.
Contra-indicações: hipersensibilidade conhecida ao produto. Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.
Saiba mais sobre a planta:
Chamada pelos japoneses pelo carinhoso nome de Yin- Kuo, fruto de prata, o Ginkgo (Ginkgo biloba L.) considerado sagrado pelos budistas, sendo as suas árvores plantadas nas entradas de todos os templos. Descrita pela primeira vez pelo médico alemão, Engelbert Kaelmpter, por volta de 1690 foi levada para a Europa somente no ano de 1727 sendo considerada como único fóssil vivo. O Ginkgo despertou o interesse de pesquisadores depois de resistir ao ataque aéreo da bomba atômica na cidade de Hiroshima, Japão, quando voltou a brotar sob as ruínas da cidade devastada. O Ginkgo, que faz parte do milenar arsenal terapêutico chinês, adapta-se muito bem às características urbanas e em clima temperado, não sendo exigente com os solos e resiste muito bem à poluição pesada, insetos, fungos, bactérias e vírus.
Nome científico: Ginkgo biloba L.
Família: Ginkgoaceae.
Outros nomes populares: ginkgo biloba, ginkgoácea, nogueira-do-japão. Ginkgo (alemão, holandês, inglês); ginkyio, icho e ginnan (chinês, japonês); árbol sagrado (espanhol); ginkgo biloba (francês); ginco (italiano); pakgor su (Singapura); ginko (sueco).
Constituintes químicos: ácido butanóico, ácido ginkgólico, ácidos graxos, alcanos, antocianina, asoginkgetina, benzenóides, bioflavonóides, caferol, carboidratos, carotenóides, catequina, diterpenos ginkgolídeos A, B, C, J e M, ésteres de ácido cumárico, esteróis, fenilpropanóides, ginol, glicosídeos flavonóides (principalmente ginkgobilina, quercetina e isoamnetina), kaempferol, lactona bilobalida, lipídeos, minerais, quercetina, sitosterol, triterpenos. Frutos: ácidos ginkgólicos, ginol.
Propriedades medicinais: adstringente (folhas),
antifungal, anti-helmíntica, antiblenorrágica, antiinflamatória, antioxidante, antiplaquetária, bactericida, béquica, cardiotônica, condicionante, demulcente, digestiva, estimulante da circulação periférica, fungicida, rejuvenescedora, revigorante, tônica, vasodilatadora periférica.
Indicações: angiopatias (prevenir); ansiedade; asma; audição (deficiências); bactérias (inibir o crescimento de); bem-estar geral (promover a sensação de); bronquite; câncer (ajudar combater - frutos crus); capacidade intelectual (recuperar); capilares (inibir a hiperpermeabilidade mediada pela bradicinina e histamina); catarro; cefaléia; células (combater a peroxidação lipídica das membranas, ativar o metabolismo energético, tratamento profilático do envelhecimento); cérebro (irrigação deficiente, isquemia, prevenir edema); circulação (distúrbios arteriais); circulação sangüínea (má-); colágeno (inibir a destruição do); concentração (dificuldade, melhorar); coração (batidas irregular do); ácido hialurônico (despolimerização do); digestão; doença de Raynaud; energia sexual (aumentar); enxaqueca; extremidades (dor, palidez, cianose, sensação de frio); feridas; flebites (prevenir certas formas de); fungos (inibir o crescimento de); furúnculos; gonorréia; incontinência urinária; infecções (prevenir); inibir o PAF (fator ativador de plaquetas) (presente em alergias como a asma); isquemia (prevenir cerebral ou periférica); labirintite; membros inferiores (reduzir fadiga, artrite, cansaço e sensações de peso); memória (melhorar a, perda de, recuperar a, de pessoas idosas); metabolismo energético (normalizar o, melhorando a utilização dos glicídios); microvarizes; nível cerebral (aumentar o consumo de glicose e oxigênio, aumentando a síntese de ATP); olhos; pele (doenças, envelhecimento, sardas e manchas na); performance intelectual (melhorar a); perfusão tissular (manter a); problemas respiratórios; processos vasculares degenerativos; radicais livres (combater); resíduos metabólicos (auxiliar a depuração); resistência capilar (aumentar); resistência do organismo (aumentar); ressaca alcoólico; rinite crônica; rouquidão; rugas (tratamento e prevenção de); sangue (melhorar propriedades fluídicas do, diminuir a viscosidade); sistema circulatório (ativar); tonturas; tônus vascular (reforçar a nível venoso); tosse; tuberculose; úlceras estomacais; úlceras varicosas; vasos arteriais dos membros (efetuar vasodilatação); vertigens (reduzir); zumbidos (reduzir). O ginkgolídeo B (sintetizado em laboratório): evitar a rejeição de transplantes de órgãos e contra choques asmáticos e intoxicações.
Parte utilizada: folhas, frutos, sementes.
Contra-indicações/cuidados: na forma de banhos ou massagem corporal por gestantes. Não em gravidez, em caso de deficiência hepática, problemas de coagulação. Possíveis interações em terapias com antiagregante e anticoagulante. Não associe a terapias com Alho e Salgueiro que têm um antiagregante de ação forte.
Efeitos colaterais: o contato com a parte externa da semente (sem lavagem) e com a casca da árvore pode causar náuseas e dermatites de origem alérgica, por causa da presença de substâncias como o ácido butanóico e o uruxiol. Podem ocorrer efeitos colaterais, principalmente em casos de predisposição alérgica, como: distúrbios gastrintestinais, transtornos circulatórios incluindo queda da pressão arterial, cefaléia ou reações cutâneas. Excesso pode causar dermatite, enxaquecas, diarréia e vômitos.