Sinônimos botânicos: não encontrado. Há quem considere, como mesma espécie: Buxus arborescences Mill., B. myrtifolia Lam., B. salicifolia Hort., B. suffruticosa Mill., B. walliechiana Ball.
Sub-espécies:
Outros nomes populares: buxinho, buxo, árvore-de-caixa.
Constituintes químicos: alcalóide buxina, buxeína e parabuxina, óleos essenciais, taninos.
Indicações: amebas, febre, giárdias, micções noturnas involuntárias, queda do cabelo (evitar), reumatismo, secreção biliar (aumentar), sífilis, vias biliares e urinárias (inflamação).
Nota: antigamente, era usada para tratar malária, porém hoje é raramente usado, por causa de sua toxicidade.
Parte utilizada: toda a planta.
Contra-indicações/cuidados: planta tóxica. Só deve ser usada sob orientação médica.
O excesso causa distúrbio gastrointestinal incluindo náuseas, vômitos, diarréia, cólicas abdominais, convulsões, distúrbios hidroeletrolíticos e até morte. O tratamento é sintomático e de suporte, visando principalmente ao controle dos distúrbios hidroeletrolíticos.
Modo de usar:
- decocção de 40 g de folhas secas em 1 litro de água, até ficar reduzida a 2/3 do volume: sudorífica;
- tintura ou alcoolatura: 4 g/dia.
- infusão de meia colher de café por chávena de água;
- pó das folhas. 0,5 g por dia;
- folhas em compressas ou banhos: dores reumatismais, a gota e erupções cutâneas;
- decocção: ferver 25 g de folhas de buxo em um litro de água. Quando a quantidade de líquido estiver reduzida a um terço, adoçar com muito açúcar e beber em duas vezes: febre;
- decocção, por 10 minutos, de 60 g de casca em um litro de água. Beber durante o dia: reumatismo.