Outros nomes populares: alforvas, ervinha, fenacho, Fenugreek (inglês), alholva (espanhol), alholva e heno griego (casteliano), fenugrek (francês), fieno greco comune (italiano), hu lu ba, hu-lu-pa e k’u-tou (chinês), mêthi (hindu).
Indicações: anemia ferropênica, anorexia, astenia, celulite, crianças com dificuldades no desenvolvimento físico e psíquico, constituição física fragil, diabete, dispepsia hiposecretora, furunculos, gastrite, inflamações, intestino preso, perda de peso.
Em uso tópico: acne, faringite, blefaroconjuntivite, vulvovaginite, eczema, abscesso, furúnculo.
Parte utilizada: sementes.
Contra-indicações/cuidados: gravidez, lactação. Controlar a glicemia de pacientes diabéticos insulinodependentes (pois reduz a absorção de glucídeos).
Na medicina tradicional chinesa: rins, dor abdominal ou testicular (que agrava com o frío), dor de hérnia, lombares e edemas nas pernas.
Modo de usar:
- infusão ou decocção de 0,5 g a 5 g de pó das sementes para 1/4 de litro de água, a tomar duas ou três vezes durante o dia. (O odor e gosto desagradáveis podem ser diminuídos pela adição de essência de hortelã ou de laranja).
- sementes moídas (diluídas em leite) em cataplasmas quentes: equimoses, inchaços e úlceras.
- decocção para uso interno: ferver 10 a 15 minutos uma colher de sopa de sementes em 400 ml de água, beber de manhã em gejum. Tomar de forma descontínua (semana alternadas).
- decocção para uso externo: aplicar em forma de compresas, colutórios, gargarejos, lavagens ou irrigações varginais.