Indicações: aerofagia, amigdalite, anorexia, asma brônquica, beribéri, broncorréia pulmonar, catarros crônicos, ciática, colesterol, cólicas do estômago e intestino, cólera morbus, dispepsia atônita, dores musculares, edemas artríticos e reumáticos, enjôo, estômago, feridas, fígado, flatulência, halitose, higienização da boca, impotência sexual, impurezas na pele, inflamação da garganta, má digestão, menorragia, meteorismo, náusea e enjôo comuns, de gravidez, de movimento (marítimo e aéreo), paralisia, reumatismo, resfriados, rouquidão, tosse, traumatismo, triglicerídeos, úlceras.
Parte utilizada: óleo essencial, rizoma.
Contra-indicações/cuidados: contra indicado para portadores de cálculos biliares.
Provoca queimaduras com o uso externo indevido e/ou abusivo.
Modo de usar:
- diarréia; 3 a 9g/dia;
- decocção de 50 g de rizoma em 1 litro de água ou 1 colher das de chá em 1 xícara das de chá de água. Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia, adoçada com mel (tosse, asma, bronquite e cólicas);
- cataplasma do rizoma moído ou ralado em um pedaço. Aplicar sobre o local afetado (reumatismo e traumatismos na coluna vertebral e articulações; nevralgias e hemorróidas).
- pó: para vômitos.
- rizoma fresco: mascar um pedaço (rouquidão, náuseas, dores estomacais e ânsia de vômito).
- tintura de 100 g do rizoma moído em 0,5 litro de álcool. Fazer fricções tópicas (reumatismo).
- xarope do rizoma ralado misturado com mel;
- suco de um rizoma moído. Coar a aplicar topicamente em ferimentos e cortes;
- geléias, pudins, doces, aromatização de bebidas, cocada nordestina, pé-de-moleque e com canela, para preparar o quentão.